A curva de Planck em escala absoluta: mude a temperatura e a curva inteira
sobe e anda para a esquerda. Ela é desenhada na cor do comprimento de onda que ocupa — violeta
no ultravioleta, o arco-íris no visível, vermelho no infravermelho. A tracejada dourada é a lei de Wien, que aqui aparece como o que ela é: o
lugar geométrico dos picos — um caso especial da curva de Planck, não um assunto à parte. As curvas
cinzas são outras temperaturas, e repare que nenhuma cruza outra: uma estrela mais quente emite mais
em todo comprimento de onda, não só no azul. Trocando o eixo para “pico = 1” a forma se revela
invariante, que é a versão geral da lei de Wien, Bλ = λ−5 f(λT).
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Objeto
Temperatura
Exibição
A estrela vista de fora
Cor aparente do corpo negro nesta temperatura, integrada sobre todo o espectro —
não é a cor do pico.